quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Lords of the Ring War in the North



fonte: Steam
 
   

     O destaque dessa semana da Steam fica por conta da saga Senhor dos Anéis em promoção, entre eles Lord of the Rings: War in the North por R$7,47!!!
     Jogo lançado em 2011 e desenvolvido pela Snowblind Studios,  é um típico RPG/Action em terceira pessoa em que Andriel de Valfenda, Eradan dos Dúnedain e Farin, campeão dos anões da Montanha Solitária tentam retardar os avanços de Agandaur, servo de Sauron.
    Graficamente o jogo segue os padrões de 2011, então não espere a mesma qualidade de Sombras de Mordor(que também está na promoção por R$18,24) ou qualquer outro game mais atual. Isso em certo ponto é vantagem, pois grande parte dos computadores que possuem uma placa de vídeo dedicada e processadores multi-núcleos irá rodá-lo tranquilamente.  O game rodou com todas as opções gráficas máximas sem lags perceptivos na seguinte configuração: Core 2 Quad Q8200 @ 2.33GHz, 4GB DDR2@1066MHz, Geforce 9600GT 512MB GDDR3 e um HD SATA II 500GB 7200RPM a 720p, ou seja, a VGA é baixo ainda da especificações recomendada!(veja fim do post).
    O arquivo de instalação fica em pouco menos de 8GB, o que ajuda aos menos favorecidos de grandes links de internet, algo em torno de 4 horas e meia de download com um link de 2Mb.
    A graça do jogo está no cooperativo multiplayer que pode ser jogando tanto em LAN quanto pela Internet onde cada player irá assumir o papel de um dos heróis formadores da aliança, caso não complete o trio, um bot assumirá o papel do personagem não escolhido.
    Entre matanças e baús secretos, os personagens evoluem e liberam poderes, além de ficarem cada vez mais munidos por uma boa variedade de armas, itens e armaduras que diferem visualmente quando equipados.
    A jogabilidade do game só não é perfeita por alguns míseros bugs, mas nada que atrapalhe a diversão.
    Se jogar em cooperativo é bom, melhor ainda é jogar Senhor dos Anéis com os amigos por RS7,47! Sirvam-se, caros leitores desse excelente título!!! Mas corram, pois a promoção acaba na sexta-feira dia 05/08/2016!!!
Link do jogo pela Steam
Faixa etária: 18 anos
Configuração recomendada:
Processador: Core 2 Duo 3GHz ou AMD X2 5000
Memória RAM: 4GB
VGA : Geforce série 200 ou Radeon HD 6000
10GB disponível em disco

Disponível também para Playstation 3 e Xbox 360
Legendado em português BR.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mighty no. 9 Review

Fonte:http://www.mightyno9.com/
Quando Keiji Inafune, famoso criador da série Mega Man/Rock Man anunciou seu novo projeto, Mighty No. 9, uma avalanche de saudosismo e nostalgia caiu sobre os órfãos do robozinho azul. Através de uma campanha pelo site Kickstarter, o projeto arrecadou quase 4 milhões de dólares o que resultou em lançamento para praticamente todas as plataformas gamers atuais.
Criado no versátil engine gráfico Unreal 3, o novo robô cinza, agora chamado de No. 9, possui um buster característico, dois tipos de dash, captura de poderes e uma vasta gama de características que conferem com seu irmão mais velho e azul.       
Tantas semelhanças, trouxe a tona questões apatia da CAPCOM, ex empresa onde Inafune trabalhou e criou Mega Man e críticas do ex colega Hideki Kamiya pelo Twitter.
A longa espera acabou e Mighty No. 9, o sucessor espiritual de Mega Man é lançado!!! E aqui está a minha opinião sobre o game. @..@  A versão avaliada é de Windows.
Como um grande fã de Mega Man, não poderia deixar de perceber uma espécie de colocação estratégica em relação ao número 9, seria então a sonhada continuação da saga X? Que parou no X8?
Com uma história simples, vírus modificaram a forma de agir de robôs projetados por Dr. Light errrr .... quer dizer Dr. White, que com ajuda do Dr. Sanda agora tem como última esperança o No. 9 que deve recuperar a “sanidade” dos seus outros 8 companheiros. Entende-se que o projeto No.9 seria o último e mais bem aplicado robô, por isso ele não foi afetado pelo vírus. Aí! Agora uma explicação pro No. 9, nada haver X8! Hora, mas então porque não ser No. 10? Isso não sai da minha cabeça!
O Sistema Side Scroll 2D, possui elementos 3D bonitinhos mas que não saltam aos olhos como nas primeiras imagens do jogo e ficam mais para Mega Man X Maverick Hunter do PSP e olha que as configurações recomendadas são dignas de GTA V.
As custcenes do jogo são chatas e sem emoção, a forma de escolha dos chefes segue o mesmo padrão Mega Man, ou seja, pode-se escolher qualquer fase mas a ordem certa ajuda na hora de ter a habilidade ideal para finalizar o desafio. Quando o boss é derrotado, Beck (como é chamado) recebe um novo poder/habilidade e uma armadura baseada no Mighty que ele derrotou. Bem clichê!!!
O dash além de ajudar absurdamente com esquivas e embalo para saltos mais distantes, serve para capturar 3 tipos de habilidades contidas nos inimigos básicos nas fases quando atordoados, onde, vermelho: melhora tiro, verde: aumenta velocidade e amarelo: melhora recuperação das armas obtidas.
O sistema de tiro é baseado na saga clássica, então não espere carregadas com plásmase lasers derretendo a tela inteira como na saga X, o máximo que irá acontecer é um aumento na potência quando pega-se a habilidade vermelha.
Os chefes são característicos e bem parecidos com os de Mega Man. Vão de atiradores de elite a aviões com pernas!
Alguns auxílios são obtidos nas opções, como por exemplo começar com 9 vidas e receber itens como carregadores extras de energia.
A dificuldade é imensa e em algumas partes necessita-se muito mais de sorte do que habilidade para ultrapassar os obstáculos o que a meu ver, deixou o fator replay do jogo pífio juntamente com os poucos  itens extras para serem descobertos! Desanimei completamente de fazer qualquer extra contido no jogo após “arrastar-me” pela última fase.
A parte boa do jogo fica por conta da sensação saudosa de ver as referências de Mega Man contidas no decorrer do jogo e a jogabilidade, que apesar de já ser conhecida pelos fãs da saga clássica podia conter mais algumas inovações.
Na verdade Mighty No. 9 não atendeu minhas expectativas de fã e não passa de mais um jogo baseado em um “arrasa quarteirões”. É uma pena o novo irmão bastardo de Mega Man não ser tão legal como o nosso mítico e nostálgico robô azul mas mesmo assim ainda vale perder algumas horinhas.
Deixo um vídeo comparando o começo de Mighty No. 9 e Mega Man X4 (que foi o que mais joguei) e pode-se perceber inspirações do cenário como os arcos e inimigos, que apesar da fisionomia diferente, possuem características de ataque parecidas.